Por quê ter uma empresa dentro de um espaço compartilhado?

Pensado para o trabalho coletivo e autônomo, o escritório compartilhado  é o mesmo que coworking, uma alternativa que tem crescido cada vez mais por conta de suas vantagens. Essa proposta de negócios vem transformando o modo com que empreendedores e empresas se relacionam entre si. Por isso, preparamos 5 bons motivos para aderir a essa tendência e montar ou migrar sua empresa para um espaço compartilhado. Dá só uma olhada:

1 . Crescimento do seu networking 

Reprodução: Pexels

Em um espaço compartilhado de trabalho você está em contato com novas pessoas e empresas todo o tempo. Além disso, se relacionar  com pessoas de diferentes áreas estimula a criatividade, produtividade e faz bem para sua própria saúde. Já quem trabalha em casa, acaba se prejudicando por não ter essa troca diária de experiências.

2. O valor do aluguel não pesa no bolso 

Outro benefício do coworking é que você pode escolher o plano que mais se encaixa em seu orçamento e esteja de acordo com sua necessidade. Além das salas privativas – que possuem um custo um pouco maior para quem está começando, mas são ideais para equipes de três ou mais pessoas –   você pode escolher espaços como estações de trabalho ou o café-coworking, como oferecemos aqui no Complexo Mofo.

E o melhor é que os preços se ajustam conforme sua escolha, sem pesar no bolso e exigir burocracia no momento de alugar. Você paga um preço justo por um espaço que oferece serviço e estrutura completa.

3. Salas de reunião equipadas

Um espaço compartilhado possui também salas próprias para realizar reuniões com seus clientes. Se você for um coworker residente, normalmente já tem acesso a esse benefício sem pagar nenhuma taxa extra. Porém, as salas também estão disponíveis para quem não é fixo e precisa apenas de um local para realizar suas reuniões.

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4. Lugar próprio para trabalhar sem distrações

Distração? Não em um coworking! Diferentemente de trabalhar em casa, onde qualquer coisa pode tirar sua atenção, em um espaço compartilhado todos estão focados em trabalhar.

Além disso, você conta com copa, tomadas de fácil acesso, mesas e cadeiras de escritório, impressoras, internet com qualidade suficiente para suportar todos os usuários e o melhor: aquele cafézinho fresquinho para manter a concentração 😀

5. Consolidação de sua marca/ empresa

Os espaços compartilhados divulgam constantemente em suas páginas as empresas e coworkers. E exposição do seu trabalho é sempre bem-vinda, não é?

Além disso, por conta da reunião de empresas em um único lugar, é normal que as informações corram e seu trabalho seja sempre recomendado por alguém que divida o espaço com você.

Ser  coworker é só vantagem! Se você está começando ou não encontra nenhum escritório que se encaixe em suas necessidades, estude a possibilidade de trabalhar em um espaço compartilhado! Você só tem a ganhar com isso e sua empresa também!  😉

 

O crescimento das startups e o que é preciso saber sobre elas

Em algum momento, enquanto lia uma notícia ou buscava informações sobre o cenário econômico atual, certamente você se deparou com o termo “startup”. Não é incomum encontrar notícias e estatísticas que envolvam essa palavra tão pequena e de significado tão amplo.

A verdade é que essa palavra é usada há muito tempo em solo norte-americano, porém, só ganhou força no Brasil a partir de 1996, no que chamamos de bolha da internet. De início, startup referia-se a um grupo de pessoas trabalhando em uma ideia diferente e ganhando dinheiro com isso. Outro significado, que perdura há bastante tempo, é o de que o termo significa começar uma empresa e fazê-la funcionar.

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As startups atualmente

A definição mais atual, e aparentemente mais satisfatória a investidores, é a de que uma startup é um grupo de pessoas buscando um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de incerteza, ou seja, sem saber se haverá um retorno financeiro desse trabalho ou se ele funcionará. Para isso, é necessário que a empresa tenha um modelo de negócios que gere valor, desenvolva um projeto capaz de ser usado em grande escala sem demandar alterações e aumente sua receita sem que os custos cresçam na mesma proporção.

Resumindo, uma startup é um projeto inovador e incerto, idealizado para gerar lucros de forma rápida e ser distribuído de maneira  ilimitada sem necessitar de adaptações.

Investimentos

Ao arriscar-se em um novo modelo de negócios, existe um conflito entre o retorno financeiro e o nascimento de um projeto lucrativo e sustentável, o que tornou comum projetos e iniciativas que visam o investimento em startups. É necessário o capital de risco até que encontre-se o modelo perfeito.

No momento em que se firmar um projeto sólido e sustentável, a startup deixará de existir e dará lugar a uma empresa bem sucedida e altamente lucrativa. Caso contrário, a startup morrerá prematuramente.

As startups são empresas de internet?

Esse é um conceito bastante difundido quando se fala a respeito da temática, entretanto, não é verdade. Existem sim startups de internet, –  principalmente por ser um meio mais barato e fácil de estruturar uma empresa no início – mas não é certo afirmar que todas estejam no meio digital.

A tecnologia é utilizada de forma intensiva, entretanto, serve apenas como uma ferramenta do projeto, não sendo o principal meio de atuação dele.

O investimento nas startups é incerto, porém, basta um projeto inovador para alavancar um novo modelo de negócios que pode revolucionar o mercado. Atualmente, existem diversos programas de investimentos e aproximação de grandes empresas e startups, como, por exemplo, o InovaBra, do banco Bradesco (https://www.inovabra.com.br/habitat/) e o Finep Startup (http://www.finep.gov.br), oferecido pelo governo.

Se o empreendedorismo é para você, ou existe uma ideia que você acredita que possa funcionar, vale a pena arriscar!

Sua empresa está por dentro das mudanças do mercado?

Com a revolução tecnológica dos últimos anos, surgiram novos padrões de comportamento. E a interferência dela na vida das pessoas é automática e inevitável, refletindo diretamente no mercado de trabalho.

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Hoje em dia, o avanço tecnológico não é utilizado somente para comunicar uma ideia, mas, também, para trabalhar. Novas formas de interação prometem se ampliar dentro da comunicação uma vez que um terço dos dois bilhões de mensagens trocadas todos os dias é repleta de imagens, que acabaram por tomar o lugar das palavras.

Nesse sentido, uma das maiores tendências do futuro está ligada à forma como as organizações lidam com seus colaboradores. A visão das empresas mudou muito em relação à gestão de pessoas após a entrada da geração Y no mercado de trabalho. E se essa geração já gerou muitas dores de cabeça, as empresas que se preparem, pois a geração Z trará uma onda ainda mais complexa!

Pensando neste contexto de mudanças, preparamos 6 novas formas de empreender que vão te ajudar muito no momento de se organizar neste cenário! Olha só:

Entenda seus clientes

Um erro grave cometido por diversas empresas é descartar os feedbacks de seus clientes, sejam eles positivos ou negativos, sobre seus produtos ou serviços. Mais do que a compreensão de como eles se sentem em relação ao que seu negócio oferece, é imprescindível que você entenda como eles veem sua empresa como um todo.

Consciência social não deve ser só mais uma forma de ganhar dinheiro

É óbvio que ganhar dinheiro através do empreendedorismo é indispensável, contudo, não podemos esquecer que já houveram muitos negócios tecnológicos que se envolveram em escândalos justamente por quererem lucrar acima de qualquer coisa. Atente-se a isso: o lucro é importante, mas a consciência social deve ser sempre superior!

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As tendências moldam o mercado

Vivemos em um momento em que as pessoas buscam por um ambiente de trabalho com propósitos e valores claros. Os prestadores de serviços são movidos por uma sede de aprendizado gigantesca, assim como a proposição de novos desafios.

Facilite o acesso das minorias ao empreendedorismo

Já existem entidades e empresas, tais como a Republic, uma equity crowdfunding americana, em que os projetos são liderados exclusivamente por empreendedores que trabalham com o intuito de permitir que grupos como os negros, mulheres, gays etc, sejam incluídos no mercado e ganhem visibilidade. A ideia é deixar de lado o preconceito e valorizar as capacidades individuais de cada um.

Entregue o que o consumidor espera

É fundamental ter uma pessoa ou área responsável pelo atendimento da empresa. Não se trata apenas da análise de dados, mas, também, de pegar o telefone, ligar para seus clientes e entender a visão deles sobre seu serviço ou produto. Pode parecer maçante, mas as melhores soluções são criadas no instante em que o foco está no cliente e no mercado em que ele está inserido.

Foco e inovação devem andar de mãos dadas

Uma dor de cabeça frequente para muitos empreendedores é o que ocorre entre o insight e entrega do foi pensado. Ideias sempre existirão aos montes, entretanto, priorizar quais serão feitas diante da relevância da sua empresa é a melhor solução. Afinal, nenhuma empresa sobrevive somente de ideias!

Possui dúvidas, sugestões ou comentários? Escreve abaixo! Teremos o maior prazer em responder!  😀

Fontes: https://exame.abril.com.br/revista-exame/nunca-foi-tao-importante-entender-as-mudancas-do-mundo/

https://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2016/08/5-pontos-para-preparar-sua-empresa-para-o-futuro.html

https://exame.abril.com.br/revista-exame/nunca-foi-tao-importante-entender-as-mudancas-do-mundo/

O que é e como se tornar um MEI?

O mercado está a cada dia mais dinâmico. Encontramo-nos em um momento de mudanças, acelerando processos e facilitando a rotina das pessoas. Se antes a palavra empreender soava como algo complexo, atualmente, se tornar um empreendedor está bem mais simples e acessível a qualquer um que deseje ter o próprio negócio. E uma boa opção, que resume essa rapidez e facilidade dos processos, é o Microempreendedor Individual, ou MEI, como é mais conhecido. 

O que é o MEI?

Reprodução: Pexels

O MEI é alguém que trabalha por conta própria e possui registro de pequeno empresário. Para isso, é preciso exercer uma das mais de 400 modalidades de serviços, comércio ou indústria.

Essa alternativa aos pequenos empresários surgiu em 2008, com a Lei nº128, que buscou formalizar trabalhadores sem nenhuma espécie de registro e segurança jurídica. A legislação entrou em vigor em 2009 e, desde então, mais de 7 milhões de pessoas já se formalizaram.

Quais as exigências para se tornar um Microempreendedor Individual?

Para regularizar sua situação como MEI, é preciso atender a algumas exigências, como:

Como faço minha regularização?

É só acessar o Portal do Empreendedor (http://www.portaldoempreendedor.gov.br) e preencher os campos com seus dados. Assim que concluído, sua empresa já estará regularizada sem a necessidade de envio de documentos ou assinatura. O processo inteiro é feito eletronicamente e de forma gratuita.

Os escritórios de contabilidade optantes pelo Simples Nacional também podem formalizar o MEI gratuitamente.

Após regularização, o MEI terá de pagar apenas uma taxa referente ao Documento de Arrecadação Mensal do Simples Nacional, cujos valores são: R$ 48,70 (Comércio e Indústria – ICMS), R$ 52,70 (Serviços – ISS) e R$ 53,70 (Comércios e Serviços – ICMS e ISS).

Quais as vantagens do registro?

  • Dependendo da atividade, você pode trabalhar em diferentes lugares. Até sua casa pode ser o seu local de trabalho;
  • A troca do serviço informal pelo formal traz muitas vantagens, como o CNPJ, que permite a abertura de conta bancária como pessoa jurídica, e o acesso às linhas de crédito com taxas mais baixas;
  • É possível emitir nota fiscal;
  • Benefícios previdenciários garantidos, como aposentadoria, licença maternidade e auxílio doença;
  • O MEI é enquadrado no Simples Nacional, portanto, isento dos tributos federais, como Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL;

É importante ressaltar que, antes de começar, pesquise com a prefeitura da sua cidade se o seu tipo de atividade exercida exige alguma licença específica ou restrição com relação ao local de funcionamento.

Viu como é simples, prático e cheio de benefícios ser um Microempreendedor Individual?! Se você já é um MEI e tem algum conselho para quem está começando o próprio negócio, comente aqui embaixo!

Fonte:  http://blog.sebrae-sc.com.br/voce-sabe-o-que-e-um-microempreendedor-individual-mei/

http://www.portaldoempreendedor.gov.br/duvidas-frequentes

Saiba tudo sobre o Google Analytics

Lembra que comentamos no texto anterior sobre essa ferramenta? Pois bem! Nesse post nos aprofundaremos e contaremos tudo sobre como funciona e pode te ajudar no seu negócio.

Primeiramente, o que exatamente é o Google Analytics?

Nada mais é que um serviço que te permite medir e acompanhar o tráfego no site de sua empresa. Ele fornece de forma simples gerenciar informações acerca de seus clientes, experiências de usuário e dos padrões de vendas. Além disso, possibilita ter conhecimento de quem está te visitando e como “você’’ foi encontrado.

E os benefícios?

Isso tudo te auxiliará a saber as necessidades de seus clientes e se estão satisfeitos com seu trabalho. Sem demandar um investimento financeiro grande ou dedicar tempo demais de outras atividades, utilizar os add-ons do Google Analytics é algo que qualquer empreendedor de pequena ou médias empresas pode fazer para melhorar o relacionamento com os atuais clientes e gerar mais clientes também. E o melhor: se não tem muito tempo disponível para aprender algo novo, não se preocupe, pois os add-ons não são apenas poderosos, mas também fáceis de utilizar. Então fica a dica!

Reprodução: Coworking Brasil

Track Everything? Para que serve?

Esse add-on não só permite que você monitore eventos realmente bons, como também as interações e ações. Com ele, é possível monitorar quase todos os eventos normais/ comportamentais utilizando seletores CSS. É fácil monitorar links externos, envios de formulários e links externos.

É fundamental você aproveitar os dados gerados do seu tráfego na web para fidelizar novos consumidores, melhorar a experiências dos seus usuários e partilhar conteúdo valioso. Interligue tudo isso em um só lugar que possibilita você observar de pertinho seus relacionamentos digitais.

Estabelecer e alcançar metas

Meta é um add-on obrigatório para todo o empreendedor de pequenas e médias empresas. Ao atingir essas metas você sem dúvidas terá sucesso em seu negócio. Com o add-on Meta você descobre se os visitantes de seu site estão realizando as ações que você gostaria e como isso acontece. Se o que quer é que alguém se inscreva para receber sua newsletter semanal, efetue uma compra ou utilize um cupom de desconto, você pode obter informações essenciais sobre que dispositivos estão utilizando (celular, tablet ou computador), sua localização geográfica, além de outras informações da experiência que tiveram com a sua marca.

Usa planilhas? Já conhece as do Google?

Se você usa planilhas para fazer controle financeiro ou/e até mesmo para monitorar as vendas, então o recurso add-on Planilhas do Google te ajudará a não ficar mais importando e exportando manual de dados. Fácil de compartilhar com a equipe e definir parâmetros de privacidade, com essa ferramenta você pode criar paineis com recursos visuais e gráficos, fórmulas personalizadas, além de agendar relatórios automáticos de dados “em tempo real”.

Exemplo de planilha do google. Reprodução: Seo Martin

Crie Listas Inteligentes

As Listas Inteligentes, com base em regras hipersensíveis, farão com que os empreendedores atinjam o seu público-alvo e adequem suas atividades de fidelização. As Listas Inteligentes são constantemente atualizadas com base nas que as pessoas realizam em seus sites, diferentemente das Listas Estáticas, que exigem uma quantidade satisfatória de tempo para atualizar e manter. Quatro das aplicações mais comuns para as Listas Inteligentes são:

  • Listas de outbound;
  • Listas de contatos por padrão de comportamento, tais como quando um cliente já fez compras em sua loja ou quando já participou de algum webinar.
  • Listas de e-mail marketing exclusivo baseadas no comportamento do cliente (ou prospect) no site;
  • Listas com as fases de ciclo de vida do consumidor, que identificam rapidamente quantos contatos há em cada estágio de fidelização.

Assim, você poderá obter informações acerca da experiência que seus visitantes tiveram ao entrarem em contato via e-mail ou redes sociais. É possível também criar listas baseadas em visualizações de páginas específicas, no relacionamento gerado em eventos e no preenchimento de um formulário.

Visualização de Funil? O que é?

Com essa ferramenta você pode monitorar as fases de compra dos seus clientes e saber onde você os perde. Se percorrerem todo o caminho para o checkout, por exemplo, mas não concluem a transação, então você poderá tomar medidas para corrigir esse problema.

Embora pareçam semelhantes, os relatórios de Visualização de Funil e Meta são diferentes, pois as informações e padrões adquiridas a partir de cada add-on não são as mesmas. O relatório de Visualização de Funil, embora não exiba dados retroativos, possui vantagens tais como taxas de atualização mais rápidas do que os relatórios de Meta.

E então? Viu o quanto o Google Analytichs pode te ajudar? Se a sua empresa não utiliza o Google Analytichs, está na hora de começar! Já tem experiência com a ferramenta? Compartilhe com a gente nos comentários!

Saiba como realizar uma pesquisa de mercado

Nada mais importante que o empresário conheça o mercado que irá atuar. Nesse sentido, a pesquisa de mercado se faz importante. Mas você sabe como fazer uma?

O objetivo de uma pesquisa de mercado é subsidia-lo no processo de escolha e definição de estratégias empresariais, e começa com a coleta de dados, a qual pode ser feita através de pesquisa primária, que é aquela que contata diretamente o público alvo através de entrevistas presenciais, questionários online, ou por meio de análise de dados secundários existentes em bancos de dados, como pesquisas do IBGE ou de instituições setoriais.

Exemplo de pesquisa primária. Reprodução: Empreendedores Web

A depender da qualidade e quantidade de informações coletadas, relacionadas aos componentes de mercado que impactam na atuação de sua empresa, a pesquisa permitirá a construção de uma visão ampla do seu negócio, estando ele em momento inicial, de inovação, relocalização ou até mesmo expansão.

Nessa perspectiva, é relevante a realização de análise profunda do macro e microambiente de seu negocio. Essa análise deve ser realizada em diferentes aspectos, tais como: pontos fortes e fracos da concorrência, fatores que geram oportunidades, perfil dos clientes e fornecedores, produtos e serviços que podem ser ofertados, gerando subsídios para a elaboração do plano de marketing e identificação de ameaças externas e setoriais.  

A pesquisa permitirá também obter uma visão ampla do negócio, estando ele em momento inicial, de inovação, relocalização ou até mesmo expansão, levando em consideração os componentes de mercado que impactarão na atuação de sua empresa.

Outro ponto relevante é a análise do macro e microambiente. Ela é realizada em diferentes aspectos, tais como pontos fortes e fracos da concorrência, fatores que geram oportunidades, perfil dos clientes e fornecedores, produtos e serviços que podem ser ofertados, gerando subsídios para a elaboração do plano de marketing; e ameaças externas, bem como setoriais.

Reprodução: Opinion Box

A Internet pode ser uma grande aliada na elaboração de uma pesquisa, pois conta com uma grande quantidade de ferramentas e repositórios gratuitos de informação que permitem conhecer profundamente o mercado no qual seu negócio está inserido, como, por exemplo o Google Analytcs, que oferece dados e relatórios relacionados ao público que acessa o site de sua empresa, como quantidade de visitas, tempo que permanecem no site, cidades de onde acessam e compara o desempenho com sites similares.

É fundamental compreender que as formas convencionais de realizar a pesquisa de mercado são relevantes para qualquer negócio, mas em uma realidade em constantes mudanças é necessário que o empreendedor também utilize de informações disponíveis na internet, que são de fácil e rápido acesso.

E lembre-se sempre: para informações mais úteis e precisas para sua pesquisa de mercado, converse com seus clientes (ou futuros clientes). Nada melhor que eles para te auxiliar quais estratégias deverá traçar!

Bem, agora que você já tem uma boa noção de como fazer, basta elaborar a sua pesquisa e mão na massa. Dúvidas, sugestões e experiências, comente aqui embaixo e conte para gente!

Coworkings no interior ou na capital: quais as diferenças e principais desafios

Muitas características são semelhantes, mas alguns detalhes são essenciais na construção de um coworking de interior.

Cada espaço de trabalho compartilhado é único. A maior parte deles segue um mesmo fluxo de tendências e as semelhanças acabam sim sendo mais frequentes dos que as diferenças. Mas, com esse mercado se consolidando cada vez mais, no Brasil e no mundo, e com as rápidas mudanças que o ramo enfrenta todos os anos, é impossível não olhar para as particularidades dos espaços.

Normalmente abordamos por aqui aspectos mais macro do cenário, mas percebemos que existem algumas situações que exigem um olhar um pouco mais atento. Um espaço muito bem sucedido na capital de São Paulo pode até ser modelo e inspiração para um novo coworking em Santo André, por exemplo, mas é preciso compreender que as cenas são distintas. E é sobre isso que o nosso papo de hoje quer abordar: quais são as principais diferenças entre espaços da capital e do interior?

Ainda é preciso explicar o que é coworking

Quando se começa a pensar em abrir um espaço compartilhado, talvez o futuro founder nem imagine que ele terá um papel muito além do de empreendedor. Não será um negócio como qualquer outro. Quem puxa a frente de um projeto como esse precisa ter em mente que terá, acima de tudo, um papel de educador.

Propagar a cultura do coworking no interior ainda é um desafio a ser superado, coisa que a maioria das capitais, ao menos as maiores, já fez. Desde a barreira com o termo estrangeiro até a quebra de padrões das antigas empresas, há muito trabalho a fazer.

“Iniciar um projeto deste tipo em uma cidade de pequeno porte é desafiador! Primeiro que é uma palavra em inglês: eu falava em ‘coworking’ e as pessoas já me perguntavam ‘co o quê?’, e eu sempre explicava, quantas vezes fosse necessário. Ainda faço isso, diariamente, sempre com muito carinho!”, conta Marina Ortiz, founder do Locomotiva Coworking, em Dourados (MS).

Paciência, persistência e paixão são três das características necessárias nesse estágio inicial do projeto. É preciso acreditar no seu negócio e mostrar para as pessoas o porquê dessa ideia ser interessante e única.

Alugueis mais em conta ainda parecem a melhor solução

Uma das diferenças mais gritantes entre os espaços de capitais e do interior é no preço e nas possibilidades de pacotes. É natural que os valores praticados nas cidades grandes sejam mais altos, afinal, os custos são bem mais elevados.

Essa é uma vantagem para quem pensa em abrir um espaço compartilhado em um município menor. Mas, ao mesmo tempo, alugueis mais em conta podem ser uma tentação para quem ainda está em dúvida se abre um escritório próprio ou se vai para um coworking.

Além disso, fora da capital ainda é um desafio grande mostrar para a população que um coworking vale a pena não só pelo preço. Em lugares com uma mentalidade não tão moderna, é normal que uma nova empresa acredite que conquistar a sede própria seja um sinal de status imponente diante da sociedade.

Público-geral ainda é o foco

Enquanto cidades como São Paulo e Nova York já estão precisando se reinventar e criar espaços mais segmentados, os escritórios do interior ainda estão mirando em um público mais geral.

Esse fato não deve ser considerado um problema, mas sim uma das principais características para se ficar atento na hora de iniciar o negócio. Como atrair diferentes públicos suprindo a necessidade de todos eles e fazendo com que eles se sintam especiais?

coworkings do interior e da capital

Colaboração, inovação e empreendedorismo são as três palavras-chave no Coletivo Coworking.

Aproveite para usar isso a seu favor! Quanto mais variedade de profissionais e empresas trabalhando no seu espaço, mais networking e conexões no dia a dia.

“A maior dificuldade é fazer com que as pessoas consigam entender o real conceito, o porquê compartilhar, e como a pessoa do seu lado, mesmo sendo da mesma profissão, pode ser sua parceira e não um rival comercial”, comenta Willian Teixeira Sormani, founder do Coletivo Coworking, espaço aberto em Araraquara em 2016.

A publicidade boca a boca ainda é a mais importante

Por mais avançados que sejam os estudos sobre publicidade e marketing, não tem jeito, a propaganda boca a boca ainda é a que tem maior peso. Em todos os lugares ela é importante, mas nas cidades menores, justamente pelo fato do coworking ser uma alternativa de trabalho menos conhecida, ela é essencial no processo de propagação do conceito.

Nas capitais e outras cidades grandes, um investimento maior em publicidade pode ser mais relevante, mas no interior a presença diante da comunidade é importantíssima. “O que fizemos foi disseminar a ideia de coworking através de participação em grupos de networking, feiras e visitas em universidades”, contam os sócios e irmãos Wellington de Toledo Garcia e Clayber Walton de Toledo Garcia, fundadores do Workspace, em Pouso Alegre.

Mas, mesmo que o ideal seja gerar publicidade espontânea a partir dos coworkers e outras pessoas familiarizadas com a sua comunidade, é importante manter uma presença virtual muito ativa. Como defende Willian, “divulgação é sempre essencial, presença online nem se fale. O espaço tem que marcar presença diariamente para que as pessoas possam lembrar dele”.

Os espaços são menores, mas também mais acolhedores

É difícil apontar regras quando o assunto é a estrutura dos coworkings. Mas, em geral, os espaços das cidades menores têm um clima mais acolhedor, totalmente propício para que as novas conexões aconteçam. A proximidade dos membros da comunidade é maior, e o papel do founder e do community manager é bem importante para que as trocas aconteçam.

“Quando vou fechar a venda de uma estação de trabalho, por exemplo, as pessoas me conhecem e por isso tenho que oferecer muita flexibilidade, tantos nos preços como no horário de funcionamento do espaço. Como a ideia é a pessoa acreditar no conceito, preciso fazer com que o conceito encaixe na rotina ou no orçamento do profissional. É necessário jogo de cintura para se adaptar à realidade de cada cliente que entra aqui”, explica Marina.

coworkings do interior e da capital

Espaço Workspace fica em Pouso Alegre, interior de Minas Gerais.

É preciso conhecer o seu terreno

Como falamos anteriormente, por mais parecidos que os espaços possam parecer, existem detalhes importantes que fazem com que cada um seja único. Um fator muito importante é a localidade. Ao planejar um novo coworking é preciso compreender qual é o cenário econômico e social da cidade, e como você pode fazer parte disso de forma sustentável. Você precisa estar ciente das dificuldades locais também, pois elas podem influenciar na fluidez do seu negócio.

Um bom exemplo vem dos sócios do Offcina Coworking, que fica em Blumenau, uma cidade que ainda mantém muito forte a cultura alemã. “Realmente não é fácil começar um projeto desse tipo em uma cidade do interior, ainda mais sendo o primeiro espaço desse tipo em toda a região. Além do fato de ser uma cidade pequena, tínhamos outra barreira a quebrar (apesar de acharmos que isso não seria um obstáculo): Blumenau, por ser um município de descendência alemã, sempre foi considerada uma cidade fechada. Ouvimos milhares de vezes as pessoas falarem que nunca ia dar certo aqui uma proposta das pessoas trabalharem juntas, dividindo uma mesa. Achávamos essa ideia sobre a cidade um pouco batida mas, claro, precisávamos fazer algo para que as pessoas entendessem ou ao menos se interessassem pelo assunto”, contam os sócios Ricardo Luiz Guedes, Yuri Alexandre Borges e Alessandro Luciano Salvador.

A forma encontrada para atrair o público para o espaço foi investir em um café próprio. Assim, muita gente passou a conhecer o coworking e o primeiro contato com a cultura passou a acontecer.

coworkings do interior e da capital

Offcina investiu em um café para atrair público.

As tendências de coworking chegam no interior, mas um pouco depois

Na última década, o coworking evoluiu muito e não para nunca de mudar. Como os principais movimentos começaram nos Estados Unidos e na Europa, é por lá que as tendências despertam e depois chegam até os demais continentes. E, obviamente, aqui no Brasil as novidades tendem a surgir primeiro nas capitais e somente depois de um tempo nas cidades menores.

“No interior tudo acontece um pouquinho depois, mas as coisas estão acontecendo sempre, devemos estar atentos a isso. Fiz algumas visitas técnicas em coworkings de São Paulo também para enxergar o negócio em funcionamento e tentar replicar no interior do país”, conta Marina, founder do Locomotiva.

O bacana de ficar atento ao que está rolando pelas cidades maiores é que o founder do interior já consegue ficar preparado para o que vai acontecer em um ou dois anos. Ou seja, o que poderia parecer um atraso é, na verdade, uma preparação mais consciente para o futuro.

“Penso que o importante é não ficar parado. Um ambiente de coworking precisa ser algo ativo, plural e que mude o tempo todo. Tendências nacionais e internacionais se aplicam, sim, desde de que traduzidas para cada espaço”, acrescentam os sócios do Offcina.

O “concorrente” será mais um parceiro do que você imagina

Por aqui nós acreditamos que não existe isso de concorrência quando o assunto é coworking. Inclusive já escrevemos um artigo sobre isso, que você pode conferir aqui. E, quando se trata das cidades do interior, esse pensamento deve ser ainda mais óbvio. Isso porque, quanto mais espaços surgirem, mais fácil ficará de se propagar a cultura dos escritórios compartilhados.

“No interior, o seu ‘concorrente’ é mais parceiro do que nunca, já que é outra empresa te ajudando a ensinar o conceito na cidade. Neste mercado novo é isso que tentamos fazer, seja através das parcerias ou das participações em eventos. O importante é ser visto e conseguir levar o conceito ao maior número de pessoas”, complementa Marina.

No interior, os eventos são peça essencial

E, por último, um ponto importantíssimo para os coworkings de interior é o investimento em eventos. Os cursos e palestras promovidos pelos espaços podem não ser a maior fonte de lucro do negócio, como apontou o Censo 2017, mas são importantes por tudo que movimentam. Segundo o levantamento, apenas 7% do faturamento vem diretamente dos eventos, mas é sempre preciso olhar além e enxergar tudo o que esses encontros representam.

coworkings do interior e da capital

Na Locomotiva, os eventos e integrações são parte essencial da agenda de atividades.

“A promoção de eventos é uma necessidade que todos os coworkings precisam se atentar. É através dos eventos que você pode tanto conseguir um novo cliente como também pode oferecer uma forma de treinamento para os coworkers que ali já estão”, opinam os sócios do Workspace.

Mesmo quando o escritório não participa diretamente da criação e divulgação do evento, e acaba fazendo apenas a parte da locação da estrutura, é o nome do coworking que estará lá diante dos participantes e convidados.

“Eventos são sempre bem vindos para poder mostrar sua estrutura e para que as pessoas circulem pelo espaço, podendo assim se tornar um embaixador do conceito. A comunidade tem que ser alimentada constantemente a fim de mostrar que o que o cliente possui neste espaço ele não encontrará igual em outro”, acrescenta William.

Como você pôde perceber, são vários os detalhes que diferenciam os coworkings do interior e da capital, e cada espaço deve encontrar a direção mais adequada para o seu negócio. Se estiver pensando em abrir um espaço, pesquise muito, converse com outros founders e visite o máximo de coworkings que conseguir.

E se você já tem um espaço fora da capital, conta pra gente nos comentários quais são seus principais desafios no dia a dia. Você acredita que é mais fácil ou mais difícil atuar no interior?

Fonte: Coworking Brasil 

Vídeo Business: a grande tendência de mídia para os próximos anos

Mais da metade dos brasileiros preferem assistir programas na web, o que prova que está na hora de investir em vídeos online

O Brasil já tem mais de 100 milhões de pessoas conectadas à rede segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Portanto, se existe um lugar para fazer o seu negócio crescer, esse lugar é a internet.

Conforme uma pesquisa realizada em 2017 pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) nas 27 capitais do país, quase 90% dos internautas entrevistados fizeram ao menos uma compra online em 2016. Quase metade desses consumidores aumentou a quantidade de produtos obtidos também.

O consumo de vídeos online, ainda em relação ao ambiente digital, também aumentou significativamente. Entre os anos de 2014 e 2017, o segmento cresceu 90% de acordo com um levantamento da Provokers, empresa de consultoria e pesquisa. Entre a web e a TV, mais da metade dos brasileiros já prefere assistir programas na rede segundo destaca o estudo.

Reprodução: Steven Lloyd Consulting

Considerando que as pessoas estão cada vez mais consumindo conteúdo online e os usuários não têm mais receio de comprar pela internet, conclui-se que esse universo não para de crescer. E sendo assim, é ou não é tudo que se precisa para investir em vídeo business?

Inspirado em vídeos online, há uma oportunidade única para se construir um negócio. Exemplo disso é o professor de biologia Paulo Jubilut do canal “Biologia Total”. Após ser demitido e pensar em desistir da profissão diante disso, decidiu por meio de uma plataforma exclusiva oferecer aulas a distância. E o resultado foi nada mais, nada menos que milhares de alunos!

Reprodução: Blabor

Algumas dicas para aderir o vídeo business são:

  • Identifique seu público alvo;
  • Faça um estudo de mercado;
  • Produza um material relevante e garanta que o produto chegue até o cliente rapidamente, com qualidade e de forma segura;
  • Invista em uma boa ação de marketing digital para divulgar seu trabalho. Pode fazer total diferença. A publicidade neste caso também é importante!

Então está esperando o que? Esse é o momento de dar um upgrade nos negócios! E o melhor: sem depender de milhões de views ou seguidores para ter sucesso. O mercado de vídeos online está em alta afinal. Aproveite!

Entenda tudo sobre a Balança Comercial

Veja como fecharam as importações e exportações no Brasil e em Sorocaba ano passado

Se você só ouviu o termo “Balança Comercial” nos telejornais e não tem ideia o que significa, esse texto é para você, pois explicaremos o conceito dessa expressão e quais são os estudos feitos.

A balança comercial é um termo do domínio econômico que analisa tudo que foi importado e exportado em um determinado período do país, estado ou cidade. Quando algum país exporta mais do que importa para outros países, os economistas identificam isso como superávit. Isso significa que os produtos nacionais estão mais valorizados no mercado estrangeiro.

Por outro lado, quando o país importa mais do que exporta, se cria um déficit na balança comercial. Nesses casos, ocorre uma desvalorização na moeda nacional e um aumento no valor da produção dos países estrangeiros.

O ideal para a economia é quando ocorre o “Equilíbrio comercial”. Isto é, os números de importações e exportações são homogêneos. Assim, todos os países conseguem ter controle na compra e venda dos produtos em geral. Porém, para os economistas de países capitalistas, o superávit sempre será o ideal.

Todos os dados da balança comercial no Brasil, são administrados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). As informações são disponibilizadas semanalmente e no final de todo mês é feito um balanço fechado com todos os números de importação e exportação.

Ano passado, ocorreu um dado histórico na balança comercial brasileira. O saldo foi de US$ 67 bilhões, maior superávit desde o ano de 1989. O Brasil importou US$ 150 bilhões e exportou US$ 217,7 bilhões. Segundo o Ministro da Fazenda (Henrique Meirelles), esse aumento favorável é fruto da queda no valor do petróleo e a volta do crescimento econômico nacional.

Foi elaborado um gráfico com base nos dados extraídos do MDIC, que mostra os 10 principais produtos exportados pelo Brasil em 2017, sendo que 7 são do agronegócio. Mais um ano o segmento que mais resulta em lucratividade para o país é o agro, analisando apenas à soja em grão houve um crescimento de 25,2% na balança comercial comparado ao ano passado.

Já em Sorocaba, a balança comercial tanto em exportações quanto nas importações, fechou 2017 com superávit considerável comparando com o ano de 2016.

  • Em importações, a cidade somou US$ 1,1 bilhão, 16,9% maior do que em 2016.
  • Em exportações, a metrópole registrou US$ 735 milhões, 0,02% maior do que em 2016.

A maior parte da lucratividade dos dois quesitos estudados pelo MDIC vêm dos bens de capital, bens intermediários e bens de consumo. Isso ocorre porque Sorocaba é uma metrópole tomada por indústrias que geram milhares de empregos aos habitantes e contribuem para o crescimento financeiro da cidade.

Só no mês de janeiro deste ano, Sorocaba recolheu US$ 83.898,73 em exportações e US$ 180.864,60 nas importações. Confira na tabela abaixo os dados que mostram o crescimento da balança comercial nos últimos três anos.

BALANÇA COMERCIAL SOROCABANA
MÊS/ANO EXPORTAÇÃO (US$) IMPORTAÇÃO (US$)
JAN/2016 69.724.215 147.776.734
JAN/2017 59.867.200 180.660.603
JAN/2018 83.898.733 180.864.604

Dados retirados do MDIC.

A expectativa do Banco Central para o ano de 2018 é que o Brasil feche a balança comercial com o superávit de US$ 225 bilhões em exportações e US$ 166 bilhões em importações.

E então? Ficou mais claro agora? Conta para gente 😀

O marketplace pode ser um grande aliado das empresas para aumentar as vendas

Veja como é possível alavancar as vendas por meio da internet sem estar usando o famoso “E-commerce”

Por incrível que pareça, o Marketplace não é algo tão novo como algumas pessoas imaginam. Ele começou a ser aplicado em 2012 nas grandes empresas digitais aqui do Brasil, como Submarino, Lojas Americanas, Saraiva e Centauro. Já o e-commerce, é uma loja virtual, onde os produtos que estão no site são todos da mesma marca. Por exemplo, ao entrar no site você escolhe um tênis da marca AB e quem faz a venda e entrega é a própria loja AB.

O Marketplace funciona como um grande outlet virtual, pois dentro da plataforma existem produtos de várias marcas diferentes administrados por uma empresa fixa, o que oferece muita praticidade para o cliente. Além disso, o cliente tem mais opções de escolha e facilidade para comparar qual é a melhor oferta daquele produto.

Reprodução: Site Submarino

Outro benefício é que como nesses sites a divulgação nas mídias online são grandes, o pequeno empresário acaba ganhando maior visibilidade no mercado e isso consequentemente aumenta as vendas. Já para grandes marcas, o reconhecimento cresce ainda mais e o Marketplace vira mais um canal de venda.

Alguns dados comprovam a eficiência do Marketplace. A NETSHOES é a maior loja virtual de artigos esportivos do mundo. São mais de 40 mil produtos e o site hospeda 20 mil marcas diferentes dentro da plataforma. Algumas delas conhecidas mundialmente, como: Nike, Adidas, Puma e NBA.

Benefícios do Marketplace para o aumento no faturamento da empresa

O pequeno empresário não precisa entrar de cara em um grande Marketplace, afinal, o investimento pode ser alto. Os estudiosos de marketing aconselham que os microempresários procurem uma plataforma barata no início, mas que tenha um engajamento mediano. Desta forma, será possível identificar a maturidade da empresa para trabalhar com essa ferramenta, analisar como os clientes reagem a sua marca e ver o quanto foi bom financeiramente.

A fidelização dos clientes aumenta com o uso de Marketplace. Essas plataformas dão uma gama de opções e ferramentas para os usuários que o mesmo se sente privilegiado pela loja.

As ações promocionais, como uma Black Friday, surte maior efeito para a empresa, pois fica mais fácil criar boas ofertas para os usuários. Isso garante uma experiência positiva ao cliente. Só na Black Friday de 2017, o faturamento dos Marketplaces fechou em R$2,1 bilhões, alta de 10,3% comparando com o ano passado. E o ticket médio foi de R$562,00.

Reprodução: TechTudo

Uma das maiores características do Marketplace é o baixo investimento em marketing e o fato de não ter também qualquer tipo de gasto em T.I, o que resulta no aumento do faturamento da marca e ao mesmo tempo redução de custos pesados.

Ao entrar no Marketplace é provável que as vendas aumentem. Por conta disso, a empresa deve estar preparada para atender os clientes sem qualquer tipo de problema.

Sendo assim, investir nessa estratégia é interessante aos clientes e também para as empresas envolvidas, porque além de aumentar o reconhecimento dos seus produtos, o custo em publicidade e manutenção é mínimo.

O público aderiu a ferramenta rapidamente, tanto que em 2017 o mercado de Marketplace cresceu 17% a mais do que o E-commerce, o que significa que os riscos de fracassos são baixos comparado a qualquer outro canal de venda.

E então? Já conhecia os benefícios do Marketplace? Sabia a diferença dele para o e-commerce? Conta para gente! 😀